terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Smart Window, da Samsung, é a janela do futuro

Com uma tela transparente que permite acessar a internet, janela parece um vidro comum para quem vê de fora

A janela do futuro foi apresentada pela Samsung durante a CES 2012 e é bastante impressionante. Do lado de fora, parece uma janela normal, mas, por dentro, é mais do que isso: é uma tela transparente que permite navegar pela internet, assistir vídeos, ver fotos, além, é claro, de observar o mundo lá fora.

A Smart Window mostrada pela Samsung conta com widgets para checar a previsão do tempo e acessar redes sociais, ler as últimas notícias e também fechar as cortinas virtuais para a luz natural não incomodar na hora que você quiser dormir.

A empresa coreana deve começar a produção em massa do produto em breve, então não deve demorar muito para ela aparecer no mercado. Enquanto isso, veja o vídeo do Geekologie (em inglês) apresentando a janela:

Vídeo do Smart Window



Fonte: Olhar Digital

domingo, 15 de janeiro de 2012

SOPA: Obama rejeita "controle da web"

O governo Obama rejeitou o SOPA, projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados norte-americana e que ameaça a livre circulação de arquivos e ideias na web, e também o PIPA, versão do projeto de lei que circula no Senado.

O dia de hoje marcou uma vitória para os opositores da legislação, que é "supostamente anti-pirataria", como alegam os opositores. A Casa Branca respondeu oficialmente a duas petições que pediam o veto do governo aos projetos de lei.

"Embora acreditemos que a pirataria on-line pelos sites estrangeiros é um problema sério que requer uma resposta séria legislativa, não vamos apoiar a legislação que reduz a liberdade de expressão, aumenta o risco de segurança cibernética, ou diminua o caráter dinâmico, inovador da Internet global", diz o comunicado.

O SOPA e o PIPA dão ao Departamento de Justiça norte-americano poderes de agir sobre sites estrangeiros que supostamente violem direitos autorais de empresas de conteúdo americanas. Para o Google, no entanto, as medidas são draconianas.

Entre as empresas que se opôem ao SOPA estão Google, Facebook, eBay, Mozilla, Twitter e America Online.

O comunicado do governo ressalta, porém, que a pirataria causa sérios problemas à economia norte-americana e afirma que medidas extremas estarão sendo preparadas durante esse ano.

(Créditos a LucasH, por me passar essa informação)

Fonte: Game Vício

Os hackers são todos iguais? Websense mapeia os "5 tipos de vilões" da web

Empresa de segurança mapeou 5 tipos de hackers, desde os iniciantes, até os chamados "soldados virtuais"

Hackers: quem nunca ouviu falar neles? Associados a nomes como Wikileaks, Anonymous, LulzSec, malwares, keyloggers e tudo mais, os famosos "vilões virtuais" têm diversas funções, mas são comumente associados a crimes, invasões e ataques a diversos tipos de vítimas através da internet.

O termo "hacker" era usado por estudantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA, para designar aqueles que "fuçavam" nos computadores, ultrapassando os limites de uso permitidos. Assim sendo, "hacker" não classifica um criminoso e sim uma pessoa que tem habilidades o suficiente para ultrapassar barreiras que um usuário comum não conseguiria.

Para o que quebra as barreiras da lei, o nome é outro: são conhecidos como "crackers". Esses sim, tem a função de roubar e invadir. Aliás, esse termo só foi criado para diferenciá-los dos hackers, que não têm objetivos maliciosos. Os crackers são responsáveis por roubos de contas, criação de malwares, disseminação de spams e scams, roubo de dados e até de dinheiro. Esses sim, são os famosos vilões.

Porém, nos dias de hoje, a palavra "cracker" caiu no desuso. A palavra "hacker" é usada, tanto para caracterizar ativistas e pessoas com conhecimento necessário e os que utilizam ferramentas com má fé para se aproveitar de usuários desavisados. Aqui, o que diferencia o dois é a associação com as atitudes, sejam elas de boa ou má indole.

Mas, será que existem diversos tipos de criminosos? A Websense, empresa especializada em pesquisas de segurança na web, mapeou os "5 tipos de vilões" do crime virtual. Confira abaixo:


1. Crianças de scripts


Quem: Esse grupo quer fazer parte da ação. Costumam ser vistos como adolescentes fedorentos e sem barba na cara, que fazem seus ataques no meio da madrugada, enquanto tomam refrigerantes e comem sacos enormes de batatas fritas. Lembra-se do filme "Jogos de Guerra"? Apesar de lançado há quase 30 anos, a imagem é mais popular do que nunca. Eles costumam invadir os computadores usando programas criados por outras pessoas, com muito pouco conhecimento de como funcionam e, outras vezes, apenas exercitam seus músculos virtuais recém-formados.

Por que: Porque eles podem. Eles não são os criminosos mais "barra pesada" do mundo virtual – sua motivação principal não é o dinheiro –, é só o direito de poder se gabar. É uma prova que têm as habilidades ou agem assim pelo simples prazer de fazer algo errado. No melhor dos casos, eles são um incômodo e, no pior, estão refinando seus currículos para uma carreira como futuros criminosos virtuais.

O que: Em 2009, um hacker de 18 anos sequestrou contas famosas no Twitter, incluindo a de Barack Obama e de Britney Spears. Ele conseguiu acessar o painel de controle administrativo do Twitter instalando um programa automático de adivinhar senhas na conta de um membro da equipe de suporte, concedendo a ele o direito de acessar qualquer conta da rede através da reconfiguração da senha. Ao perceber que não havia usado um proxy para ocultar seu endereço de IP, possibilitando o rastreamento da sua conexão, ele compartilhou as informações com outros hackers para hackear as contas.

2. Hacktivistas


Quem: Essa categoria inclui os hackers que são motivados por crenças sociais, políticas, religiosas, ambientais ou pessoais. Normalmente percebidos como manifestantes usando roupas de fibra natural com placas de papelão feitas à mão ou penduradas em árvores, esses ativistas trocaram a tinta spray pelo teclado, e costumam usar uma série de ferramentas de software disponibilizada na internet para espalhar suas mensagens a um público maior.

Por que: Para ganhar atenção. O ciberespaço é uma plataforma enorme e perfeita para realizar suas operações. Geralmente, não há ganhos financeiros. Eles procuram apenas envergonhar ou criar momentos inconvenientes para seus oponentes, desfigurando sites, organizando redirecionamentos e ataques de negação de serviço ou roubando/divulgando informações. As formas de hacktivismo também incluem paródias de sites, blogs anônimos e salas virtuais (uma variação da negação do serviço) e podem entrar no modo de espionagem corporativa caso isso signifique enfraquecer o oponente.

O que: O WikiLeaks é o exemplo mais notório dos últimos meses. O WikiLeaks é uma organização internacional não governamental que publica mídias particulares, secretas e classificadas de fontes de notícias anônimas, vazamentos de notícias e delatores. Seu site, lançado em 2006, afirma que reuniu um banco de dados de mais de 1,2 milhão de documentos no 1º ano de operação. Originalmente lançado como um wiki editável pelo usuário, o site partiu para um modelo de publicação mais tradicional e não aceita mais comentários de usuários ou edições.

3. eMugger


Quem: Trata-se do maior grupo de hackers. Em outros tempos, seriam encontrados roubando sua bolsa, derrubando senhoras na rua ou vendendo relógios de ouro falso por US$10 de uma mala velha. Essa turma adquiriu algumas habilidades com o passar do tempo, nada complicado demais, simplesmente malware, adware ou spam. Quando conseguem aperfeiçoar suas habilidades, essas pessoas continuam fazendo a mesma coisa sempre.

Por que: Ganhos financeiros rápidos. Os principais meios são programas falsos de antivírus, a manipulação da sua identidade, uso dos números do seu cartão de crédito ou roubo de senhas. Alguns ganham dinheiro através de propagandas ilegais, geralmente custeadas por uma empresa legítima em troca de clientes. Alguém aí quer Remédios Baratos? Alguns membros desse grupo acreditam ser apenas "publicitários agressivos". Por isso, eles dormem bem à noite.

O que: A contaminação via phishing e SEO foi usada apenas alguns minutos depois do terremoto que atingiu o Japão em março de 2011. E-mails pedindo doações para uma causa falsa de "Assistência humanitária ao Japão" foram distribuídos e buscas pelas últimas notícias online apontaram para diversos links de sites maliciosos. Seguindo o link, a vítima era redirecionada a um AV falso através de um botão "CLIQUE AQUI". Em seguida, um alerta comunicava que seu computador já poderia estar infectado. Ao clicar no botão "Cancelar" ou "OK", o antivírus falso com a aparência do Windows é exibido. Isso preocupa o usuário, que é levado a pensar que seu computador está infectado e que ele deve baixar o programa dos fraudadores e pagar para limpar sua máquina.

4. Ninja Peso Pesado


Quem: Esses são os pesos pesados do mundo de cibercriminosos. Os ataques e espionagens corporativas são atividades clandestinas, organizadas e apoiadas por agentes profissionais que operam da mesma maneira que as empresas verdadeiras que querem roubar. Os "operários" nesse esquema costumam ser encontrados trabalhando com equipamentos de última geração, monitores múltiplos e com cortinas ou persianas fechadas. Enquanto isso, os chefões são pessoas com grandes redes de contatos, envolvidas em muitos negócios e bem focadas. Juntos, eles formam uma equipe formidável.

Por que: Muito dinheiro. Esses caras saem em busca de dados confidenciais corporativos que podem ser vendidos a quem fizer a melhor proposta. São 2 categorias diferentes nesse grupo: uma com uma visão de longo prazo, usando Ameaças Persistentes Avançadas (APT), e outro grupo mais concentrado nos ganhos financeiros de curto a um médio prazo.

O que: O ataque de APT em 2009/2010, apelidado de Operação Aurora, foi direcionado a grandes empresas de tecnologia dos EUA incluindo o Google e a Adobe. Acreditava-se que o ataque originou-se na China com especulações sobre envolvimento do governo. A Aurora explora uma vulnerabilidade de dia zero do Internet Explorer, com a meta de roubar IPs e alterar o código da fonte.

5. Soldados Virtuais


Quem: Essa é uma atividade governamental para invadir computadores ou redes de outros países para causar danos, dificuldades ou explorações com um objetivo final de reduzir a capacidade militar do oponente. Essas pessoas são as forças especiais do mundo virtual: hackers altamente especializados, bem qualificados e super habilidosos. Você jamais saberia quem eles são – porque, se eu contar, teria que te matar.

Por que: A Guerra Virtual foi descrita como o 5º domínio da guerra, com o Pentágono formalmente reconhecendo que o espaço virtual é tão importante quando as operações militares em terra, no ar e no espaço. Acredita-se que pelo menos 100 países já desenvolveram meios de usar a internet como uma arma e atacar mercados financeiros, sistemas de informática do governo e serviços públicos. Os Soldados Virtuais podem agir como APT ou espiões corporativos, mas tudo que aprendem é usado com um objetivo militar específico.

O que: O Stuxnet é um exemplo claro desse método de ataque, um caso clássico de uma APT (ameaça persistente avançada). O Worm foi descoberto em julho de 2010, e foi o primeiro malware complexo e especializado em focar apenas softwares industriais. Ele foi criado para comprometer o programa nuclear iraniano, e acreditava-se que fosse trabalho de um grupo de cinco a dez pessoas com muitos recursos no decorrer de seis meses.

Especulação: Apenas um governo apresenta essa capacidade.

Agora que você já conhece todos eles, comece a ter mais cuidado. Porque é sempre bom lembrar: mantenha sempre seu antivírus atualizado e não clique em links suspeitos. A segurança precisa vir sempre em primeiro lugar!

Fonte: Olhar Digital

Você tem medo do SOPA?

Segundo advogado brasileiro, projeto de lei do congresso norte-americano pode exigir reestruturação de negócios de empresas que vivem da web

"Para promover a prosperidade, criatividade, entretenimento e inovação através do combate ao roubo da propriedade dos EUA e outros propósitos". Esta é a súmula que define o SOPA - ou Stop Online Piracy Act, um projeto de Lei que está em votação no congresso dos Estados Unidos, que visa, segundo os próprios redatores do projeto, proteger produtores de conteúdo intelectual contra a pirataria de seus produtos.

Basicamente, o SOPA dará ao governo um papel maior na questão de violação de propriedade intelectual. Se antes um site recebia notificação de remoção de conteúdo protegido, hoje, o governo poderá exigir o bloqueio ao acesso daquele site, sob a mesma acusação.

E será que haverá aprovação? De acordo com o Dr. Victor Haikal, advogado especializado em Direito Digital do escritório Patrícia Peck Advogados, "fatalmente, ele será aprovado. O governo estadunidense está otimista quanto à validação dessa Lei". O jurista acha difícil dizer, ao menos neste primeiro momento, que o SOPA será de fato eficaz. Para ele, sem dúvida, pessoas que ganhem dinheiro através de conteúdo protegido serão penalizadas, mas o funcionamento dessa lei - ou a adoção dela - a longo prazo ainda é algo incerto.

"Ele é diferente de todos os outros métodos que combatem pirataria pela internet. É uma nova abordagem para combater uma atividade ilegal", diz Haikal, quando questionado sobre sua opinião em relação ao SOPA. "O que tinha antes era um modelo de punição de usuário, mas hoje, outros podem ser penalizados, como sites de busca, provedores de conteúdo, meios de pagamento online etc.". No que dependesse do advogado, uma solução envolvendo acordo de ambas as partes talvez fosse mais interessante: "um modelo de assinatura com taxas mensais ou anuais para órgãos internacionais, que cubram o direito de consumo do internauta, talvez seja mais viável, mas aí já se mexe com uma indústria muito forte".

Indústria essa que está em plena guerra: se dentro do Congresso a animação em relação à aprovação da Lei parece constante, o mesmo não pode ser dito para o lado de fora: gigantes do entretenimento, como gravadoras, estúdios cinematográficos e produtoras de jogos eletrônicos argumentam constantemente a favor do SOPA, uma opinião que não é partilhada por quem depende da internet para viver, como Google e Facebook. Os titãs da internet alegam que o SOPA vai, metaforicamente, aleijar os negócios online. Afinal, boa parte do que pode ser considerado "violação de direitos autorais" pelos preceitos do SOPA residem nos links patrocinados do Google, como remédios proibidos nos EUA, mas que podem ser importados sem receita de outros países.

"Para o cenário macro-econômico e jurídico presente nos EUA, já existem formas de proteger o consumo deles, o modo de vida deles", diz Viktor. "Não dá para dizer qué é injusta uma medida aprovada pelo congresso nacional deles. Dizer que o SOPA está errado, bem, não está - quem produz conteúdo tem o direito de protegê-lo da reprodução indevida. Agora, também não dá para dizer que é a forma mais correta de combate: ao invés de solucionar um problema, o congresso pode estar é trazendo outro. Essa política de brigar com a pirataria a ferro e fogo talvez não seja a melhor solução, pois as pessoas tentarão burlar isso. Se hackers lançarem satélites no espaço, por exemplo, ninguém poderá mandar na informação transmitida por ele".

Mas então, o que muda com o SOPA? O advogado explica: "ainda é válido o método de um produtor de determinado conteúdo notificar um site da infração cometida e pedir pela remoção da ofensa. Se eu pegar um clipe de uma banda, eu não tenho direito sobre ele, mas nada me impede de postá-lo no Youtube, assim como nada impede o Youtube de removê-lo mediante pedido dos reais donos do vídeo. Isso ainda não muda. O problema é quando você começa a ganhar dinheiro com isso: um link patrocinado do Facebook, por exemplo, pode apontar para um conteúdo que apresente violação de direitos autorais. Neste caso, é a rede social quem passa a ser penalizada".

Apesar desse quadro de atenção, o advogado salienta que, por mais que se diga o contrário, juridicamente falando, o Brasil não terá muito o que se preocupar com a nova Lei, ao menos por enquanto: "O que se confunde é a questão de 'fechar o site' e 'bloquear o site'. Ninguém poderá, por exemplo, mandar fechar um site, mas sim barrar o acesso a ele de um determinado ponto. Por exemplo: se um site brasileiro publicar conteúdo inapropriado, ele poderá ficar inacessível de dentro dos EUA. Não quer dizer que o site deixou de existir. É similar ao que a China faz com o Facebook, por exemplo".

Para o advogado, o combate direto pode não ser a melhor solução, o que pode afetar o SOPA a longo prazo. Na opinião de Viktor, seria muito mais interessante que a solução fosse beneficamente conjunta tanto para quem cria o conteúdo como para quem o consome. Para ele, as opiniões jurídicas sobre o SOPA são ambíguas: "como advogado, eu sou, por definição, contra tudo o que é ilegal, como a pirataria. Agora, pode criar-se um ambiente insustentável o fato de uma Lei colocar a neutralidade da internet em xeque em vista de proteger práticas que, para a sociedade, já deixaram de ser rotineiras. Este é o momento ideal para se procurar um acordo desse tipo, mas, infelizmente, este não parece ser o caminho que está sendo trilhado"

Fonte: Olhar Digital

Virtua sofre pane em São Paulo e Procon notifica Net

Usuários reclamaram de problemas com conexão na noite dessa quinta-feira (12/1). Empresa afirma que ouve "ocorrência técnica"


Na última quinta-feira (12/01), usuários do serviço de banda larga Virtua, da Net, enfrentaram problemas de conexão. As falhas começaram no fim da tarde e duraram até a madrugada, de acordo com relatos de alguns clientes no Twitter.

Segundo a assessoria de imprensa da empresa, uma "ocorrência técnica" fez com que usuários não conseguissem acessar a internet. Por meio de seu perfil no Twitter, a companhia afirmou que a falha atingiu algumas áreas de São Paulo e, por volta das 23h30, os serviços já haviam sido reestabelecidos.

Por conta disso, nesta sexta-feira (13/1), o Procon-SP notificou a empresa pedindo explicações mais consistentes a respeito da falha. Em nota publicada no site da fundação, o Procon pede que a Net esclareça "os motivos das falhas; os serviços e quantidade de usuários afetados pela pane, bem como o período de duração; prazo estimado para solução e restabelecimento dos serviços; providências e procedimentos; solução do problema e a forma com a qual as informações foram passadas ao consumidor".

Caso a fundação entenda que houve irregularidades, a Net poderá ser autuada e deverá pagar uma multa de R$ 400 mil a R$ 6 milhões.

Fonte: Olhar Digital

CES: Sharp cria TV de 85" com resolução 8K

Imagem tem 16 vezes a resolução de uma TV Full HD, e nitidez e nível de detalhe impressionantes

A Sharp apresentou em seu stand da CES 2012 (10 a 13 de Janeiro em Las Vegas, EUA) uma TV LCD de 85" com resolução 8K, ou 7680 x 4320 pixels. Trocando em miúdos, isso é 16 vezes a resolução da imagem de uma TV Full HD comum.

A qualidade de imagem é excepcional: mesmo os menores detalhes, como a janela de um carro à distância ou a textura de um tecido, são perfeitos. Combinado ao tamanho da tela, isso faz com que o usuário tenha a sensação de estar olhando através de uma imensa janela.

TV 8K de 85" atraiu muita gente ao stand da Sharp.

A TV foi desenvolvida em parceria com a emissora de TV japonesa NHK. As empresas esperam iniciar transmisões experimentais de TV em 8K, em um sistema que chamam de "Super Hi-Vision", em 2020. Vale lembrar que a NHK foi a pioneira no mundo em transmissões de TV em alta-definição, iniciando transmissões em um sistema conhecido como "Hi-Vision" ou MUSE, ainda baseado em tecnologia analógica, no final de década de 80.

Passo intermediário
Mas antes que cheguemos às TVs 8K, vários fabricantes estão mostrando na CES painéis 4K. É o caso da Toshiba (com 55"), Sony (com 46") e Sharp (com 70"). Pelo que vimos o aumento na resolução está sendo usado para aprimorar a tecnologia de TV 3D sem óculos, possibilitando um ângulo de visão maior em relação aos modelos mostrados no ano passado.

O conteúdo (filmes e programação de TV) ainda é em Full HD, e a TV faz o "upscaling" para a resolução da tela. A diferença na qualidade de imagem não é tão clara quanto na transição das TVs de tubo para os modelos de alta-definição, mas é visível em detalhes na cena como texturas e formas delicadas.

A TV 4K da Sony é um protótipo e não tem uma data para chegar ao mercado. A Sharp pretende comercializar seu modelo a partir da segunda metade deste ano (a princípio no Japão). O modelo da Toshiba já está à venda no Japão, mas o preço não foi informado.

Fonte: Pc World

CES 2012: Câmera digital da Polaroid imprime as fotos na hora

Pra quê esperar para "revelar"? Z340 produz cópias instantâneas de suas fotos em papel especial

A Polaroid apresentou na CES 2012 (10 a 13 de Janeiro em Las Vegsas, EUA) uma câmera digital que remonta às origens da empresa: a Z340 tem uma impressora integrada e produz instantâneamente cópias em papel das fotos. Embora a tecnologia seja diferente, o resultado lembra as antigas Polaroid com filme instantâneo.

A câmera tem um sensor de 14 MP, tela retrátil de 2.7 polegadas e armazena as imagens em cartões SD, como qualquer câmera moderna. Já a impressora na base usa a tecnologia Z-Ink, que "imprime" em papel especial sem usar tinta: as folhas são cobertas por microscópicos cristais que mudam de cor quando aquecidos, formando uma imagem colorida.

Nova câmera da Polaroid imprime as fotos na hora

Por causa da tela integrada, a Z340 é grandalhona, como as Polaroid da década de 80. O tempo de impressão de cada foto é de menos de um minuto. As imagens tem tamanho de 7 x 10 cm. A qualidade de impressão não se iguala à de um minilab em uma loja especializada, mas dá pra se divertir.

Segundo a fabricante, a Polaroid Z340 já está à venda nos EUA e na Europa. Kits com 30 folhas do papel especial custam cerca de US$ 20, e a câmera custa US$ 299.

Fonte: Pc World

CES 2012: robô permite limpar a casa a distância

Navibot, da Samsung, promete varrer o chão do lar enquanto você está no escritório.

A Samsung mostrou um limpador de chão robótico esta semana na CES 2012 (Consumer Electronics Show) que é equipado com uma câmera e alto-falantes.

Vamos dizer que você está no trabalho e se conecta, por meio de um software, ao seu Navibot. Você pode ajustar a posição da câmera na unidade, assim como controlar seu movimento pelo controle. Ao mudar a posição da câmera no local, isso leva você descobrir que o cachorro está dormindo no sofá, por exemplo. Seu próximo passo é gritar pelo microfone do aparelho “cachorro malvado” e presumivelmente o animal vai pular do sofá após ouvir sua voz saindo do Navibot.

O modelo do Navibot que foi demonstrado na CES é um upgrade em relação a suas versões anteriores. No entanto, a fabricante não soube informar o preço sugerido do aparelho.

O produto da Samsung utiliza a câmera para mapear o local em que está para navegação.

Navibot, da Samsung, ainda não tem preço definido

Mas existe uma outra categoria de aparelhos parecidos que confiam mais em controles humanos e podem encontrar espaço no local de trabalho e em casa, se você conseguir superar sua experiência aparentemente fora do corpo.

No verdadeiro oceano de fabricantes na CES estava a empresa americana Mantaro, que vende um aparelho que não varre o chão, mas pode atuar como seu substituto físico em uma reunião de negócios.

O recém-lançado produto da empresa é chamado TeleMe. Um iPad 2, iPhone 4 ou 4S ou tablet Android pode ser encaixado em uma alça da unidade – ela pode ser ajustada para ficar na horizontal ou vertical. Em sua base temos rodas, um motor e a bateria.

O usuário remoto se comunica via Skype pelo tablet ou smartphone, mas também é possível controlar os movimentos do aparelho pelo PC. Ele pode, por exemplo, seguir um parente idoso pela casa.

O produto custa 1.500 dólares atualmente, mas o diretor e engenheiro da empresa, Declan Murphy, acredita que o preço pode ser baixado para 1.000 dólares até o final do ano. “Em dois anos, esse será o presente de Natal mais popular para os pais e mães”, acredita.

Uma unidade mais cara da empresa, o MantaroBot, que custa 3.500 dólares, possui sua própria câmera e mais capacidade para rastrear a área. Ele também pode ser equipado com um apontador laser, que pode ser controlado remotamente. Os dois modelos podem se conectar com redes Wi-Fi.

Em uma fábrica, por exemplo, um gerente pode guiar o MantaroBot e passar tarefas para os seus funcionários por meio da câmera e da tela embutida. O aparelho também pode ser usado em conferências.
Murphy afirmou que o aparelho está sendo usado em uma universidade no Chile para permitir que um instrutor nos EUA ensine remotamente os estudantes.

Esse tablet fica em um suporte que pode ser ajustado para ficar na posição horizontal ou vertical. Ele também possui rodas e um motor para andar por aí.


Fonte: Pc World

CES 2012: Sony mostra novos smartphones Xperia

Xperia Ion e Xperia S são irmãos com o mesmo processador dual-core de 1.5 GHz, câmera de 12 MP e telas com resolução HD.

A Sony anunciou durante a CES 2012 (10 a 13 de Janeiro em Las Vegas, EUA) dois novos smartphones da família Xperia. São eles o Xperia Ion e o Xperia S.

A empresa decidiu repetir a estratégia de 2011, adotando uma única plataforma de hardware (processador, memória, câmera) em todos os aparelhos, com modificações no design, tamanho da tela e eventuais recursos extras. Tanto o Ion quanto o S são baseados em um processador dual-core Qualcomm de 1.5 GHz, tem telas com resolução HD, câmera traseira de 12 MP capaz de filmar em Full HD, câmera frontal capaz de filmar em HD e saída HDMI para conexão a TVs.

Xperia S: tela de 4.3" e processador dual-core de 1.5 GHz.

A principal diferença, além do design, é o tamanho da tela: 4.6" no Xperia Ion e 4.3" no Xperia S. O Ion é um smartphone 4G, que nos EUA será comercializado pela operadora AT&T. Ambos rodam o Android 2.3 "Gingerbread", mas não temos dúvidas de que a Sony pretende atualizá-los para o Android 4 "Ice Cream Sandwich".

O Xperia Ion será lançado no segundo semestre de 2012 nos EUA, e o Xperia S chega a partir de março deste ano em "todo o mundo". Esperamos que isso inclua o Brasil.

Fonte: Pc World